12 de maio de 2012

Notas sobre ficção científica (3)

Please do not misunderstand me: I have enormously enjoyed the best of Star Trek and Lucas/Spielberg's epics, to mention only the most famous examples of the genre. But these works are fantasy, not science fiction in the strict meaning of the term. It now seems almost certain that in the real universe we may never exceed the velocity of light. Even the very closest star systems will always be decades or centuries apart; no Warp Six will ever get you from one episode to another in time for next week's installment. The Great Producer in the Sky did not arrange his program planning that way. 

Arthur C. Clarke, The Songs of Distant Earth (1986): Introdução

4 comentários:

Thanatos disse...

Talvez por essas e por outras é que a FC dele, para o fim da vida,e no "strict meaning of the term" se tornaram tão insípidas. Por vezes era mais fascinante, e relevante, ler Sagan ou Kaku que Clarke.

Hoje vivemos um caldeirão de fusões de género em que os "géneros puros" já pouco ou nenhum lugar têm.

joão campos disse...

Talvez.Mas títuls como "Childhood's End", "Rendezvous With Rama" e "The songs of Distant Earth" estão entre o melhor que o género conheceu.

De resto, Clarke tinha uma certa razão neste ponto.

Thanatos disse...

Confesso que o Clarke nunca me encheu muito as medidas. Sou mais de Heinlein. E bastante space-opera.

João Campos disse...

Também aprecio muito o Heinlein (entre os dois, venha o diabo e escolha).