Mostrar mensagens com a etiqueta starcraft 2. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta starcraft 2. Mostrar todas as mensagens

11 de março de 2013

Starcraft 2: Heart of the Swarm disponível a partir de amanhã

Starcraft 2: Heart of the Swarm, a muito aguardada sequela/expansão a Wings of Liberty, terá amanhã o seu lançamento oficial - quase um ano mais tarde do que o plano inicial da Blizzard Entertainment, que previa lançar as duas expansões de Starcraft 2 num intervalo de tempo de três anos. Claro, falamos da Blizzard - com um vasto historial de prazos não cumpridos (e ainda bem, em muitos casos) -, mas neste caso o desfasamento nas previsões originais tem um impacto muito palpável e porventura negativo se quisermos considerar os três capítulos como um jogo completo. Resta saber: para quando Legacy of the Void, a campanha dedicada aos Protoss que deverá encerrar o arco narrativo iniciado em 2010 com Wings of Liberty?

De qualquer forma, Heart of the Swarm estará disponível amanhã - e mais Starcraft é sempre uma boa notícia. Os fãs ficarão finalmente a saber como vai a história progredir após o final de Wings of Liberty e a mais ou menos inesperada redenção de Sarah Kerrigan. No GameFront, CJ Miozzi publicou um longo e detalhado guia sobre o que esperar desta sequela/expansão em termos de narrativa, campanha single player e de modalidades multiplayer - um artigo cuja leitura recomendo a todos os interessados nesta série da Blizzard. Em breve, farei um apanhado das várias reviews publicadas ao jogo nos principais meios que frequento. E, eventualmente, publicarei por aqui a minha própria review - pois Heart of the Swarm não será, com pena minha (e ao contrário do seu antecessor), uma compra de lançamento. 

Fonte: GameFront

26 de fevereiro de 2013

Novo trailer para Starcraft 2: Heart of the Swarm

Heart of the Swarm, a primeira expansão de Starcraft 2, tem lançamento marcado já para o próximo dia 12 de Março - e a Blizzard Entertainment disponibilizou um novo trailer, desta vez focado na narrativa (e, seguindo a recente moda cinematográfica, a revelar mais do que devia):



Muito interessante (e muito bem feito, claro), mas infelizmente repetitivo: quem conhece a série já assistiu uma vez à ascensão de Sarah Kerrigan no Zerg Swarm. Que desta vez o faça por uma vingança pessoal e não pelos desígnios da Overmind acaba por ser apenas mais um detalhe. Enfim, nada de surpresas neste campo, é esperar para ver como a Blizzard dá forma ao jogo: o primeiro capítulo de Starcraft 2Wings of Liberty, também não chegou perto do rasgo narrativo de Broodwar, mas em termos de jogabilidade foi uma experiência formidável.   

22 de janeiro de 2013

Starcraft II: Heart of the Swarm: Disponibilizado vídeo de abertura

A Blizzard disponibilizou hoje o vídeo de abertura do muito aguardado Heart of the Swarm, o segundo capítulo da trilogia de videojogos que compõem Starcraft II (os outros são Wings of Liberty, de 2010, e Legacy of the Void, que será lançado... quando estiver pronto). De forma muito resumida, o que nos mostra este vídeo é o tema desta nova campanha: Zerg, Zerg, Zerg. Com vários indícios sobre o rumo narrativo que o jogo deverá tomar na sequência da história deixada em aberto em Wings of Liberty.

Starcraft II: Heart of the Swarm será lançado a 12 de Março de 2013.



Fonte: Blizzard Entertainment

15 de novembro de 2012

Starcraft 2: Heart of the Swarm com data de lançamento revelada

E, apesar de isso já não ser notícia, essa data será 12 de Março de 2013. 

É possível que o Starcraft original, juntamente com a formidável expansão Broodwar, tenha sido o jogo que mais prazer me deu jogar. Gostei da história (e de todo o enquadramento), uma interessante space opera com imensas homenagens a várias obras que, na literatura e no cinema, sempre me disseram muito (Starship Troopers e o universo de Alien, para não ir muito mais longe) e uma certa atmosfera tão antiquada como irresistível. E com personagens muito boas - se James "Jim" Raynor é o clássico herói atormentado, que dizer de Sarah Kerrigan, com o seu passado conturbado e a traição que a levou a tornar-se numa das mais memoráveis vilãs que os universo dos videojogos já conheceu? Ou Zeratul, um anti-herói particularmente bem construído, devastado pela culpa dos actos que cometeu em nome de um bem maior? Para não falar da jogabilidade, claro, e do excepcional - e, atrevo-me, do irrepetível - equilíbrio que a Blizzard Entertainment acabou por obter entre as raças Terran, Zerg e Protoss, numa mecânica de pedra-papel-tesoura perfeita. 

Escusado será dizer que aguardei ansiosamente por Starcraft 2: Wings of Liberty, a sequela que, doze anos mais tarde, prometia dar continuidade à história deixada em aberto no devastado Koprulu Sector. Foi uma manobra arriscada da Blizzard: ao invés de lançar um título com uma campanha distinta, com mais ou menos dez missões, para cada uma das raças, optou por criar três jogos, um para cada raça. O primeiro, Wings of Liberty, saiu em Julho de 2010, dedicado inteiramente aos Terran, a partir do ponto de vista de Jim Raynor e da sua facção rebelde. O segundo, Heart of the Swarm, dedicado aos Zerg, tinha lançamento previsto - e sabemos como são as previsões da Blizzard - para dezoito meses mais tarde. Por fim, Legacy of the Void, com a história a entrar no universo dos Protoss, seria lançado três anos após o lançamento do primeiro título. 

Serviu Starcraft 2 de pretexto para abandonar World of Warcraft, e no próprio dia de lançamento comecei a jogá-lo. Sei que o jogo não agradou a muita gente, mas a mim não me defraudou: diverti-me imenso com a campanha single player, com a criatividade de algumas missões ("Outbreak" e "The Belly of the Beast" destacam-se) e com algumas reviravoltas numa história que, mesmo não estando tão boa como a original (e tendo alguns momentos questionáveis), mantinha qualidade suficiente para entreter. O problema é que a continuação, Heart of the Swarm, não saiu dezoito meses depois - vai sair em Março próximo, quase três anos após o lançamento de Wings of Liberty. E nem vale a pena tentar adivinhar quando será enfim disponibilizado o último capítulo da série, Legacy of the Void, com os Protoss - que, por acaso, das três raças disponíveis são a minha preferida, tanto em termos de história como em termos de tecnologia.

Não que isto seja grave. Apesar de não jogar Starcraft 2: Wings of Liberty há muitos meses, é certo que irei concluir a campanha single-player uma vez mais no final do Inverno - e, apesar da demora, espero poder comprar Heart of the Swarm no dia do lançamento, e ver até onde irá a história de Sarah Kerrigan. Só lamento que tenha sido necessário esperar tanto tempo pela continuação desta saga, e que seja ainda necessário sabe-se lá quantos anos para poder finalmente jogar com os Protoss e ver a conclusão da história. Enfim. Em termos de single-player (que é o que me interessa, já que apenas jogo Starcraft 2 em modo multiplayer muito ocasionalmente, e com amigos), o pouco que já se sabe da campanha parece promissor. 

Entretanto, talvez seja boa ideia juntar Starcraft 2 aos livros de A Song of Ice and Fire numa estante especial: "séries a serem concluídas... um dia."

/rant

Fonte: Gamefront

20 de junho de 2012

Starcraft 2: Heart of the Swarm "99% concluído"

Pelo menos assim o afirma o lead designer Dustin Bowder, da Blizzard Entertainment, em entrevista ao portal Kotaku:

"We are 99% done, but that last 1%'s a bitch." (...) "There's something in for everything — it's whether we like it or not that's an open question. It's the tuning and polish that really takes us a long time, and that's where we get into the unknowns."

É certo que Heart of the Swarm já está bastante fora de prazo, se considerarmos o plano original de lançar esta primeira expansão - que se centra na narrativa dos Zerg - um ano e meio após o lançamento de Starcraft II: Wings of Liberty (Julho de 2010). No entanto, a relação problemática da Blizzard com os prazos é já lendária no universo dos videojogos, visível na sua filosofia it's done when it's done. Pessoalmente, nada contra; nem me importo de esperar mais um ano por Heart of the Swarm, desde que o resultado não seja o sarilho que foi, há pouco mais de um mês, o lançamento de Diablo III (e por favor, que nos poupem a mais um jogo que exija ligação permanente à Internet...).

11 de abril de 2012

Os (meus) videojogos e o Fantástico (5) - Starcraft 2: Wings of Liberty

É natural que, sendo Starcraft um dos meus videojogos preferidos (e sem dúvida um dos melhores jogos que já joguei), a sua sequela tenha sido aguardada com imensa expectativa. Não era para menos: Starcraft e a sua extraordinária expansão, Broodwar, foram lançadas entre 1998 e 1999; e ainda que apenas tenha jogado estes dois títulos a sério a partir de finais de 2003, quando finalmente arranjei um computador, rapidamente a excelente narrativa de ficção científica suportada por uma jogabilidade ímpar me cativaram. Personagens como Jim Raynor, Arcturus Mengsk, Sarah Kerrigan e Zeratul tornaram-se em referências, e a curiosidade para saber como continuaria a série após o final brutal de Broodwar era imensa.

Eis que em 2010 a Blizzard Entertainment finalmente lançou a continuação: Starcraft 2: Wings of Liberty, prometendo continuar a narrativa onde a deixara mais de uma década antes, mas desta vez de forma diferente. Ao invés de explorar três campanhas no mesmo jogo, uma para cada raça (Terrans, Zerg e Protoss), a Blizzard decidiu centrar Wings of Liberty apenas nos Terran - mais concretamente na personagem de Jim Raynor -, com duas expansões previstas para Zerg (Heart of the Swarm, que talvez saia ainda este ano) e Protoss (Legacy of the Void, que certamente demorará a ver a luz do dia) continuarem a história. Muitos foram os protestos da comunidade perante esta medida, mas a verdade é que ela funciona (e a minha raça preferida é mesmo a Protoss). Após os acontecimentos de Broodwar, Raynor e o seu bando de revolucionários foram declarados terroristas pela Terran Dominion de Arcturus Mengsk. No planeta de Mar Sara, Raynor encontra um velho amigo - Tychus Findlay - que lhe propõe recuperar para a enigmática Moebius Foundation uma série de artefactos da antiga civilização Xel'Naga, responsável pela criação dos Zerg e dos Protoss. No decorrer desta busca, Raynor encontra algumas personagens novas, como Gabriel Tosh e Ariel Hanson, um velho e misterioso aliado (Zeratul) e alcança algumas vitórias decisivas na sua luta contra a Terran Dominion. Mas o seu derradeiro objectivo é mais ambicioso...

Em termos de jogabilidade, Starcraft 2: Wings of Liberty é uma versão grandemente melhorada do seu antecessor, com missões extremamente originais, mantendo-se muito fiel ao estilo de real-time strategy que o tornou célebre. A campanha individual afasta-se do tradicional modelo linear para apresentar narrativas secundárias com finais alternativos. Isto não só aumenta a longevidade do jogo como também reforça a própria narrativa, complementada nas as pausas entre missões através da interacção do jogador com várias personagens que constituem a tripulação do battlecruiser Hyperion em vários espaços desta nave capital, como a ponte, o bar (que tem uma jukebox muito boa e uma arcade onde se pode jogar o clássico da Blizzard Lost Viking), o laboratório ou o arsenal. A opção de centrar o primeiro jogo da série Starcraft 2 numa única raça ganha aqui força, permitindo explorar a história de Raynor com maior profundidade. E, claro, existe o bónus de uma curta mas excelente campanha com os Protoss...

É certo que a história de Starcraft 2 recebeu algumas críticas por se centrar cada vez mais nas personagens individuais, e menos nos acontecimentos de grande escala, e por ser excessivamente baseada em clichés mais ou menos ultrapassados. Ambas as críticas são verdadeiras, mas estão longe de serem negativas. Por um lado, os "acontecimentos de grande escala" de Starcraft e Starcraft: Broodwar sempre foram impulsionados por personagens, regra geral muito boas: basta pensarmos em Mengsk, Kerrigan, Tassadar ou Zeratul. Por outro, os clichés estão mesmo lá todos, e ao invés de os dissimular, a Blizzard assume-os num misto de homenagem e paródia. Sim, Wings of Liberty parece saído directamente dos anos 80, com o seu característico sentido de humor, o tema clássico de marines in space e o seu tom muito próprio. Mas também é uma space opera à antiga, com uma narrativa simples e repleta de acção, daquelas que já não se fazem hoje nem na literatura nem no cinema. E isso, nos dias que correm, é formidável.