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7 de agosto de 2014

SyFy Channel vai adaptar Old Man's War de John Scalzi para série televisiva

Após anos de filmes de série B- (que, surpreendentemente, se tornaram num fenómeno de culto nos últimos tempos), de séries de interesse moderado e de uma programação no mínimo errática, o SyFy Channel parece querer emendar a mão e regressar à produção de ficção científica com um módico de qualidade - e está à procura dessa qualidade na literatura do género*. Old Man's War, de John Scalzi, será um dos próximos projectos do canal, e de acordo com Scalzi (que será produtor executivo da série), se tudo correr bem esta adaptação poderá estrear algures em 2016. Intitulada Ghost Brigades, pegando no título da sequela a Old Man's War, a série será desenvolvida a partir de elementos dos vários livros.

Ghost Brigades junta-se assim ao projecto de adaptar a série Expanse, de James S. A. Corey, para televisão - e aos projectos já mais avançados de 12 Monkeys, Ascension e Dominion.  

Fontes: Tor / Whatever

* Não deixa de ser curioso que entretanto o SyFy tenha deixado cair a adaptação de The Man in the High Castle, entretanto repescado pela Amazon).

5 de novembro de 2013

Helix: Nova série de Ron D. Moore para o SyFy Channel já tem trailer

No início do ano, foi anunciado que Ron D. Moore, o criador do recente e aclamado remake à série de culto Battlestar Galactica, estaria a desenvolver uma nova série de 13 episódios intitulada Helix. Com uma premissa algo reminescente de obras como The Thing ou X-Files, Helix centra-se numa investigação científica feita numa instalação remota no Árctico - que, como não podia deixar de ser, terá consequências desastrosas.

Helix tem estreia prevista no SyFy Channel norte-americano no início de Janeiro de 2014. Não está ainda prevista a estreia em território nacional. Abaixo, o trailer.


Fonte: io9

27 de agosto de 2013

SyFy Channel quer levar conceito de 12 Monkeys (e La Jetée) para televisão

Para já, pouco se sabe sobre este projecto - apenas que o SyFy Channel terá, aparentemente, solicitado um episódio-piloto de uma série televisiva a adaptar para o pequeno ecrã o clássico 12 Monkeys, de Terry Gilliam (por sua vez inspirado no extraordinário La Jetée, de Chris Marker). Os produtores do filme original terão unido esforços com os guionistas de séries como Terra Nova e Nikita para desenvolver para televisão a premissa do viajante do tempo enviado do futuro para o passado com o objectivo de investigar a origem e a disseminação de uma epidemia mortal.

No resto, esta notícia parece vir no seguimento do anúncio de Abril do SyFy Channel, revelando o propósito de produzir ficção científica televisiva de qualidade - Helix, de Ron D. Moore, encontra-se em produção, e a primeira temporada de Defiance, ainda que muito desequilibrada, parece ter sido suficiente para gerar uma segunda (nada mais se soube, porém, das possíveis adaptações de Childhood's End e Ringworld).

Fonte: The Verge

13 de maio de 2013

Defiance: confirmada segunda temporada

Quatro semanas após a estreia, o SyFy Channel confirmou que Defiance irá ter uma segunda temporada. O que é a todos os níveis uma excelente notícia. Defiance pode estar muito longe - e está - de ser uma série de ficção científica do calibre de Firefly ou Cowboy Bebop (antes que alguém pergunte, nunca acompanhei Farscape), mas já se sabe que terá o espaço que pelo menos a série de Joss Whedon nunca teve para crescer, para desenvolver a sua premissa (que continua promissora, apesar dos altos e baixos dos primeiros quatro episódios) e para retirar o máximo partido de um elenco especialmente talentoso. Se o fará ou não, é outra história. 

De resto, o massively multiplayer game homónimo que partilha o universo com a série televisiva já atingiu, apesar das críticas medianas e de muitas falhas, um milhão de jogadores registados - e a Trion Worlds continua a apostar tudo na resolução dos problemas actuais e no desenvolvimento de novos conteúdos. A interligação entre a série televisiva e o jogo tem passado essencialmente por alguns detalhes (o cristal de Nolan no primeiro episódio, os hellbugs do terceiro), mas na segunda temporada essa ligação deve ser aprofundada com acontecimentos do jogo a terem um maior impacto na série - e com alguns jogadores que se destaquem em algumas actividades no jogo a verem as suas personagens mencionadas no decurso dos acontecimentos da série. 

Fontes: io9 / Joystik / Polygon 

20 de abril de 2013

Defiance: Uma estreia imperfeita, mas promissora

Defiance começa com o duo de protagonistas, Nolan e Irisa, a encontrar uma arkfall e a recuperar, com a ajuda de um pequeno cristal luminoso, uma esfera de energia muito valiosa designada por "Terra Core". Quem jogou o jogo - ou quem, como eu, dedicou algumas dezenas de horas à fase de testes - não só saberá logo em que consiste uma arkfall (fácil de deduzir pela série), como também será provável que identifique o cristal como o objecto recuperado numa missão com Nolan e Irisa, e roubado de forma algo irónica por estes. Para além das breves referências à E-Rep e aos 99ers, fica assim explicado como as duas narrativas em dois meios tão distintos se cruzam, pelo menos para já - e resta saber se em missões mais avançadas do jogo outras personagens da série irão aparecer, ou se personagens (NPC) do jogo poderão dar um ar de sua graça na televisão. Jon Cooper seria uma boa aposta.

Easter eggs à parte, Defiance arrancou na passada Segunda-feira nos Estados Unidos - um science fiction western que representa a nova grande aposta do SyFy Channel. Sim, é fácil encontrar naqueles 90 minutos as várias convenções (clichés, se preferirem) tanto dos velhos filmes do Oeste selvagem como de alguma ficção científica pós-apocalíptica - que podem ser consultadas no melhor (e mais divertido) local para o efeito, o TV Tropes. Adiante: A novidade que a série introduz não reside tanto nos seus elementos individuais, mas no mundo criado pela combinação (e possível subversão) de cada um desses elementos num quadro mais vasto. Nesse sentido, o episódio piloto cumpre o seu papel com distinção - estabeleceu de forma muito interessante a premissa sem revelar todos os mistérios e todos os truques que pode ter na manga; mostrou um mundo novo e rico; introduziu aquele que será porventura o arco narrativo principal da temporada, assim como vários enredos laterais; e apresentou as personagens que irão dar vida e cor àquele mundo*. 


E se as personagens parecem à partida convencionais, há em praticamente todas elas um pormenor, por pequeno que seja, que subverte um pouco a trope. Nolan (Grant Bowler) pertence à longa linha de renegados onde também figuram Han Solo e Malcolm Reynolds: Um anti-herói altruista. Com duas diferenças: Aceita um cargo de destaque e tem uma filha a seu cargo, Irisa (Stephanie Leonidas). A ligação entre o veterano e a jovem e irascível Irathient revela-se promissora desde os primeiros minutos, não só pela "química" entre ambos mas também por se saber desde logo que uma das histórias que um e outro contaram sobre o seu passado comum é falsa. Julie Benz representa o papel Amanda Rosewater, a recém-eleita Mayor de Defiance - a clássica cidade de fronteira -, e Mia Kirshner é Kenya, a prostituta que gere o Need/Want, na prática como o bordel da cidade; o twist em ambas reside no facto de serem irmãs (e no facto de o Need/Want ser tudo menos um bordel convencional). As famílias McCawley e Tarr são os Capuletos e os Montecchios da região, mas tudo indica que aquela história clássica não vai ser seguida à risca. E, numa preferência pessoal, Trenna Keating é Doc Yewll, a Indogene (muito) sarcástica que trabalha como médica em Defiance. Para um primeiro episódio mais preocupado em apresentar toda a gente do que em surpreender, os desempenhos foram mais do que competentes.


Do ponto de vista visual, Defiance oscilou entre efeitos especiais muito interessantes (a cena inicial) e outros mais fracos - mas que, mesmo assim, são um salto qualitativo face aos padrões habituais dos "SyFy Originals". As várias raças alienígenas são, na prática, humanóides - algo que é comum a muitas outras produções televisivas e cinematográficas (e mesmo de videojogos) de ficção científica. Ainda assim, as várias raças que o episódio piloto mostrou parecem suficientemente diferentes entre si para gerar alguma variedade (dentro do estilo "dois braços, duas pernas e uma cabeça, claro). 


Resta saber como irá o SyFy Channel desenvolver Defiance - e dado o historial do canal, a incerteza perdurará pelo menos até ao final da temporada. O potencial está lá, e ao que parece as audiências também: de acordo com a Entertainment Weekly, a estreia da passada Segunda-feira foi a melhor que uma produção do canal conheceu em muitos anos. Pode não ser uma nova Firefly ou uma nova Battlestar Galactica, e o seu piloto não terá certamente sido tão arrebatador como o daquelas; mas em por isso deixei de retirar destes primeiro episódio hora e meia de entretenimento mais do que satisfatório num ambiente com mais potencial do que a maior parte das produções de ficção científica tenho visto nos últimos tempos. Será, sem dúvida, uma série a seguir de perto.  


* E, já agora, mostrou os óculos escuros mais cool da ficção científica desde as lentes de Morpheus em The Matrix

17 de abril de 2013

Helix: Primeiro teaser

Já foi disponibilizado o primeiro teaser a Helix, série produzida por Ron D. Moore (produtor executivo do remake de Battlestar Galactica) para o SyFy Channel que tem como premissa a descoberta de um vírus mortal num laboratório remoto situado no Árctico. Ainda não há data de estreia para a série.


Fonte: io9

11 de abril de 2013

Childhood's End e Ringworld adaptados para mini-séries televisivas pelo SyFy Channel

Após anos a produzir séries medíocres, adaptações pouca qualidade para o seu potencial e filmes do calibre de Mega Python vs. Gatoroid e Arachnoquake , o SyFy Channel dá indícios de querer regressar às suas raízes e voltar a produzir e transmitir ficção científica de qualidade. Daqui a dias estreará nos Estados Unidos Defiance, a nova e promissora aposta do canal; The Man in the High Castle, a adaptação do clássico de Philip K. Dick para mini-série, também está a avançar; e, ao que parece, já se encontra em produção Helix, série criada por Ronald D. Moore, produtor do (bem sucedido) remake de Battlestar Galactica

Mas há mais novidades - e estas ainda mais interessantes. De acordo com a Entertainment Weeklydois clássicos da ficção científica literária estão a ser adaptados para mini-séries: Ringworld, de Larry Niven, e Childhood's End, de Arthur C. Clarke. A primeira será uma produção de Michael Perry (Paranormal Activity 2, The River) e deverá ser uma mini-série de quatro horas - com quatro ou cinco episódios, certamente. Já Childhood's End contará com Michael DeLuca (The Mask, Blade, The Social Network) como produtor executivo.

Para além destas produções, o SyFy anunciou ainda vários outros projectos de ficção científica, conforme revela o portal The Hollywood Reporter.


9 de abril de 2013

Defiance: Trailer

Defiance, a nova série de ficção científica do canal SyFy, tem estreia marcada para 15 de Abril nos Estados Unidos - infelizmente não terá transmissão em Portugal (pelo menos para já). Abaixo, o mais recente trailer:


Fonte: io9

11 de fevereiro de 2013

The Man In the High Castle de Philip K. Dick com adaptação pelo SyFy Channel

The Man in the High Castle, de Philip K. Dick, será adaptado para uma mini-série televisiva de quatro horas - não para a BBC, como estava originalmente previsto, mas para o SyFy Channel. A notícia foi avançada hoje pelo SyFy, que anunciou também o produtor executivo desta adaptação: Frank Spotnitz, argumentista e produtor de vários episódios de séries de culto como X-Files e Millennium. A produção da série continuará a cargo dos estúdios de Ridley Scott, tal como estava previsto quando a série ainda estava a ser planeada para a BBC. 

Premiado com o Prémio Hugo em 1963, The Man in the High Castle é uma das mais populares obras de Philip K. Dick, na qual imagina um mundo onde as forças do Eixo venceram a Segunda Guerra Mundial, tendo os Aliados sido derrotados. A história decorre nuns Estados Unidos divididos entre o Império Japonês e a Alemanha Nazi. Do ponto de vista conceptual é uma narrativa fascinante, e a forma como introduz várias realidades alternativas dentro de uma realidade, em si, alternativa, é muito interessante; do ponto de vista do enredo, porém, The Man in the High Castle nunca me encantou como outros trabalhos do autor, entre os quais destacaria Ubik, A Scanner Darkly ou Do Androids Dream of Electric Sheep?. Ainda assim, este será sem dúvida um projecto muito ambicioso e com imenso potencial - e, a concretizar-se, será mais uma adaptação da obra de Philip K. Dick, um dos autores de ficção científica cuja obra mais vezes foi transporta para meios audiovisuais.