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21 de agosto de 2013

Diablo III: Anunciada primeira expansão, Reaper of Souls

A Blizzard Entertainment anunciou hoje (oficialmente) a primeira expansão para o terceiro capítulo da série Diablo. Intitulada Reaper of Souls, esta expansão introduz uma nova classe, "Crusader" (decerto com semelhanças à classe "Paladin" de Diablo 2), um novo limite de poder e um novo inimigo: Malthael, o Anjo da Morte. O anúncio fez-se acompanhar de um cinematic trailer na melhor tradição da Blizzard.

Diablo III: Reaper of Souls não tem ainda data de lançamento prevista.


Fonte: Gamefront / Forbes

24 de maio de 2012

Diablo III: os recordes e os problemas

Sem grande supresa, e apesar do arranque um tanto ou quanto turbulento, Diablo III parece estar a bater recordes: de acordo com a Blizzard Entertainment, nas primeiras 24 horas foram vendidos 3,5 milhões de exemplares do jogo, não contando com as cópias incluídas na promoção da subscrição anual de World of Warcraft (mais de 1,2 milhões de exemplares). Dito de outra forma: só no primeiro dia, cerca de 4,7 milhões de jogadores começaram a jogar Diablo III (ou tentaram, pelo menos). No espaço de uma semana, esse número ascendeu a cerca de 6,3 milhões de jogadores. 

Para colocar as coisas em perspectiva, há muitos países no mundo com número inferior de habitantes.

No entanto, e apesar de ainda não estar a jogar Diablo III, creio ser importante sublinhar a polémica que envolveu o lançamento do jogo - com todos os problemas relacionados com a sobrelotação dos servidores, com o infame - e já transformado e meme - Erro#37, e com mais uma carrada de bugs e pequenos erros agravados pelo estúpido requisito always online, que torraram a paciência a jogadores de todo o mundo nos dias que se seguiram ao lançamento mundial. Claro que isto é perfeitamente natural no lançamento de qualquer videojogo - quando foi lançado em 2004, World of Warcraft tinha mais bugs e problemas do que o Windows Millennium, e mesmo os outros grandes títulos da Blizzard, como Diablo II e Starcraft, precisaram de tempo e de algumas actualizações para se aperfeiçoarem. É possível, claro, que isto seja uma situação momentânea, e que daqui a um mês ninguém mais fale do Erro#37. De qualquer forma, o arranque demasiado atribulado e a ausência do modo player versus player e do sistema de leilões de equipamento - no fundo, a grande justificação para a obrigatoriedade de uma ligação persistente à Internet - não deixam de ser sinais preocupantes. Por tradição, a Blizzard nunca lançava os seus videojogos dentro do prazo. "When it's ready" era o lema da empresa - e apesar da impaciência da comunidade de jogadores, esta filosofia ajudou a Blizzard a tornar os seus três títulos em fenómenos mundiais. Isso não aconteceu desta vez: a data de lançamento de Diablo III foi escrupulosamente cumprida, mas os problemas avolumaram-se - e, no processo, a empresa pode mesmo ter conseguido alienar uma parte da sua base de jogadores. É possível que esta situação tenha sido apenas a excepção que confirma a regra - mas também poderá ser um indicador do que o futuro reserva à Blizzard (ou melhor, à Activision Blizzard), uma vez aberto o precedente. A ver vamos. 


[Já agora, e isto em off-topic: acho absolutamente fascinante - e louvável - que uma publicação como a Forbes, na sua edição online, tenha uma secção inteiramente dedicada a videojogos - e com artigos muitas vezes melhores do que aqueles que podemos encontrar em muita imprensa especializada. Nos meios de comunicação social portugueses, quando é que temos a oportunidade de ler qualquer coisa sobre este mercado?]

16 de maio de 2012

Diablo 3: Wrath

Doze anos volvidos desde Diablo 2, eis que a Blizzard Entertainment finalmente lançou o muito aguardado Diablo 3. O jogo chegou ontem às lojas, com muita animação em algumas cidades europeias. Infelizmente, os meus planos para adquirir logo o jogo, se possível na edição de coleccionador, foram por água abaixo - três estrelas gigantes vermelhas, intituladas EDP, Lisboa Gás e Meo entraram em colapso simultâneo e criaram um buraco negro supermassivo no pequeno universo do meu saldo bancário. Enfim, fica para o próximo mês, que a efeméride do meu aniversário pode até não ser celebrada, mas sempre servirá para alguma coisa. 

 Entretanto, e porque para todos os efeitos o lançamento do Diablo 3 é um dos acontecimentos do ano no que aos videojogos diz respeito, deixo aqui uma (excelente) curta de animação escrita pelo próprio director artístico da Blizzard Entertainment, Chris Metzen, sobre este fantástico universo.



15 de março de 2012

Diablo 3: Anunciada data oficial de lançamento

É oficial: Diablo 3, um dos jogos mais aguardados do ano, sairá das trevas a 15 de Maio de 2012. O anúncio foi feito pela própria Blizzard Entertainment, pondo fim à onda de rumores que apontavam várias datas de Abril como certas para o lançamento do terceiro título desta aclamada série. 

Seguindo de perto a história que o anterior jogo concluiu há mais de uma década, em Diablo 3 os jogadores regressam a Tristram para tentar salvar o mundo de Sanctuary da destruição às mãos das hordas de demónios do Inferno. À escolha estarão cinco classes: Monk, Demon Hunter, Witch Doctor, Wizard e o já clássico Barbarian. 

Que Maio chegue depressa.

12 de março de 2012

Diablo 3: PvP, data de lançamento e hype

Apesar dos rumores, a data de 17 de Abril para o lançamento do Diablo 3 - um dos jogos mais aguardados do ano - parece não passar disso mesmo: de um rumor. No entanto, as notícias de que à data de lançamento o jogo não vai incluir o sistema de Player versus Player (PvP) confirmam-se, como se pode ler neste post de Jay Wilson no blogue oficial do Diablo 3. O motivo? O sistema não está suficientemente refinado, e a Blizzard não quer fazer os fãs esperar mais tempo. O que não deixa de fazer sentido.

O mesmo post dá a entender que em breve a Blizzard confirmará a data de lançamento oficial do Diablo 3. Claro que, tratando-se da Blizzard, só mesmo no dia de lançamento é que poderemos ter a certeza de que de facto a data prevista foi a data oficial. 

Entretanto, e ainda no tema Diablo 3, parece que houve em finais de Fevereiro uma polémica interessante em redor das declarações do gestor de comunidades "Bashiok" acerca das expectativas face ao terceiro título da aclamada série da Blizzard: 


Com ou sem sarcasmo, o gestor de comunidades acerta aqui num ponto interessante: no enorme hype que envolve o lançamento dos grandes títulos de videojogos (e poderíamos dissertar também sobre séries, filmes e mesmo livros). Aconteceu há dias com Mass Effect 3, aconteceu há dois anos com Starcraft 2, vai acontecer com cada novo título de uma série de videojogos de sucesso - nos meses que antecedem o lançamento não se fala de outra coisa, e muitos são os jogadores esperam que o próximo seja "o" jogo definitivo, perfeito. O que normalmente resulta em expectativas frustradas e dissabores vários, não por culpa dos jogos em si - que, salvo excepções, continuam excelentes - mas por causa das enormes expectativas. Que, bem vistas as coisas, não fazem grande sentido. Passo a explicar:

Diablo 3 é uma sequela. Aquilo que espero do jogo é uma versão moderna do Diablo 2, com alguns melhoramentos, novas personagens, algumas mecânicas novas e a continuação da narrativa. Mas, na essência, aquilo que espero é mais do mesmo, apenas com uma qualidade superlativa. Não espero que Diablo 3 revolucione o género action role play/hack and slash, como, por exemplo, não esperei que Mass Effect 3 fosse radicalmente diferente dos dois anteriores títulos - apenas melhorado. A verdade é que uma vista de olhos rápida em alguns fóruns dá a ideia de que muita gente espera algo que Diablo 3 não só não vai ser, como, enquanto sequela, jamais poderia ser. 

Evidentemente, para a coisa ser revolucionária a Blizzard teria de fazer algo do género daquilo que fez na franchise Warcraft - abandonou a estratégia em tempo real para dar lugar ao massively multiplayer online role-play game. Ou seja, mudar radicalmente o formato de um jogo. A ideia de Diablo 3 não é de todo essa. 

Como muitas sequelas, Diablo 3 tem um problema: atrás de si tem um jogo brutalmente aclamado, com um núcleo de fãs grande e ruidoso. O que é um problema: muitos não esperam um jogo tão bom como o anterior, mas um jogo ainda melhor. Imagino que não seja fácil gerir isto. 

Enfim, o que importa é que o jogo esteja excelente quando sair, e que mantenha os elevados padrões de qualidade a que a Blizzard habituou os seus fãs. Se é melhor ou pior que o seu antecessor acaba por, a prazo, importar muito pouco.